Negociações pela Campanha Salarial continuam e servidores devem conseguir equiparação dos benefícios entre os três poderes até o fim de 2026

Com adiamento de prazos, greves e a recente afirmação do próprio presidente Lula de que todos os servidores públicos federais terão reajuste, sem, no entanto, confirmar se o reajuste será financeiro no salário e quando, a Campanha Salarial 2024 dos servidores segue forte.

Após assembleias realizadas em todo o Brasil, entidades representantes dos servidores federais enviaram contraproposta ao governo federal. A contraproposta foi entregue ao Ministério da Gestão e Inovação em Serviços Públicos (MGI), na sexta-feira (19/4), pela Confederação dos Trabalhadores no Serviço Público Federal (Condsef/Fenadsef), que representa cerca de 80% dos servidores do Executivo Federal.

Na atual proposta do governo os servidores terão reajuste no auxílio-alimentação de R$ 658 para R$ 1 mil, no auxílio-saúde de R$ 144 para R$ 215 e no auxílio-creche de R$ 321 para R$ 484,90. Para aceitar a atual proposta, os servidores pedem que o governo se compromete a equiparar os benefícios entre os Três Poderes até o final de 2026. Essa é uma das pautas centrais da Campanha Salarial 2024.

Ainda na proposta do governo, há o compromisso de instalação das mesas específicas e temporárias de negociação até julho deste ano. A contraproposta dos servidores pede que a cláusula garanta que os acordos incluam todos os servidores, ativos, aposentados e pensionistas.

Outro ponto da contraproposta dos servidores inclui o compromisso do governo em buscar, nas mesas temporárias e específicas, o princípio da correção das distorções salariais existentes no funcionalismo, além da necessidade de ao menos 1/3 da reestruturação de cada carreira ser aplicado ainda em 2024. (Com agências)

Comments 1

  • -Então essa é uma proposta real e honesta aonde todos, todos, inativos e pensioniusta estão sendo incluidos.
    Parabéns.
    Agora existem entidades sindicais que já falam em aceitar a proposta do governo, SINTUFRJ, etc.
    -Não devemos dar crédito a esse governo, porque tiveram quanto tempo para estudar e nos apresentar uma proposta

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